COMO É QUE DESPERTAS?

COMO É QUE DESPERTAS ...!!!

QUEM VOCÊ REALMENTE É !!!

QUEM VOCÊ REALMENTE É !!!

Quem é você realmente -legendado BR from Shunyata on Vimeo.

SAÚDE E FELICIDADE PELA COSMO MEDITAÇÃO - HUBERTO ROHDEN

Saúde e Felicidade pela Cosmo-Meditação

  Huberto Rohden



ESCRAVIDÃO TRADICIONAL - HUBERTO ROHDEN

- Conhecereis a Verdade e a verdade vos Libertará-

 






AUTOINICIAÇÃO -HUBERTO ROHDEN







CRISTO COSMOTERAPIA - HUBERTO ROHDEN  

 
 


 

 

Que é Cosmo-Meditação?  
Há alguns decênios que milhares de pessoas, aqui no ocidente, praticam meditação, que, outrora, era restrita ao oriente ou a alguns conventos de frades e freiras.
Hoje em dia, milhares de pessoas de todas as condições de vida – negociantes, industriais, advogados, médicos, estudantes, pessoas tidas por inteiramente profanas – fazem ou tentam fazer a sua hora de meditação, de manhã cedo ou à noite.
É que muitos descobriram que há, nos profundos redutos dessa prática, algo que não tem nome, mas que tem sabor de tranqüilidade, de paz, de felicidade.
Acontece, todavia, que quase todos acham difícil esse exercício; muitos desanimam depois de algum período; outros continuam com árdua persistência, esperando melhores frutos para o futuro. Por vezes, um só lampejo de inefável beatitude os anima a prosseguirem.
Uma senhora católica que, há decênios, faz ou tenta fazer meditação, disse-me que nunca conseguiu meia hora de verdadeira concentração, e duvida seriamente que jamais uma pessoa o tenha conseguido, mesmo daquelas que fazem retiros espirituais de diversos dias.
Respondi àquela senhora que lhe dou plena razão, em virtude duma premissa falsa que ela e muitos outros tomam por ponto de partida. Tentei explicar-lhe essa premissa falsa, mas não garanto que o tenha conseguido. O erro em que quase todas as pessoas baseiam a sua meditação é tão inveterado, tem tantos séculos de existência, que é dificílimo erradicá-lo. É como esse asfalto duríssimo das ruas das nossas cidades; que esforço, que barulho infernal quando uma dessas máquinas de compressão atmosférica procura romper essa camada de asfalto, pedra e cimento! Coitados dos moradores da vizinhança que não conseguem dormir noites seguidas com tamanho barulho.
Falarei das minhas experiências pessoais; mas, como a nossa educação dentro do ambiente cristão é mais ou menos a mesma, com pouca diferença, julgo ser válido para os outros o que digo de mim mesmo.
Nos colégios, nas igrejas e nos institutos de educação, fomos quase todos convidados a fazer a nossa meditação diária. Por via de regra o diretor espiritual propunha três pontos para a meditação, além de um prelúdio e duma peroração. Os pontos de meditação se referiam, quase sempre, a trechos bíblicos, sobretudo do Evangelho, por vezes também à vida dos santos.
Quer dizer que a tal meditação consistia em pensar, analisar e estudar o sentido exato, esmiuçando o respectivo tópico e aplicando-o à sua vida pessoal.
É inegável que esse processo é muito útil para o estudo e a compreensão profunda de um texto dos livros sacros.
E, se esta luz de compreensão profunda melhorasse realmente a vida do meditante, a meditação seria o meio ideal para auto-realização e santificação do homem.
Infelizmente, porém, é inaceitável que o homem se torne melhor pela simples compreensão intelectual de uma verdade. Pode um homem ter 100% de compreensão analítica de todos os textos do Evangelho, ou até da Bíblia inteira, e continuar a ser um homem 100% profano.
Não se trata absolutamente de entender, de inteligir, de analisar o sentido das palavras. Já dizia Paulo de Tarso que a “letra mata”, a inteligência da letra mata o espírito se além dessa letra mortífera não vier o espírito vivificante – e esse espírito não vem da letra.
Este espírito vivificante não é produto duma meditação meramente analítica.
Não negamos que o estudo da letra possa servir de condição preliminar sobre a qual se possa projetar a espiritualidade. Negamos, porém, que essas análises mentais possam ser a causa do advento do espírito.
Mais ainda, em muitíssimos casos essas análises mentais do texto sacro são verdadeiros empecilhos que impedem o advento do espírito de Deus. Inúmeras pessoas se contentam com essa acrobacia mental, que não permite ouvir a voz de Deus. Não permitem que Deus lhes fale porque eles não se calam – e onde o homem fala Deus se cala.
O maior equívoco que inutiliza a meditação é que o homem julgue dever falar a Deus em vez de permitir que Deus fale com ele. Que coisa pode a nossa pobre vacuidade humana dizer à Infinita Plenitude de Deus? Nada recebem das águas vivas do espírito de Deus os que de antemão obstruíram todos os canais pelos quais as águas da fonte poderiam fluir.
Muitos fazem da meditação uma interminável ladainha de pedidos: lembram a Deus que têm falta disto, falta daquilo, falta de saúde, de bons negócios, de um emprego rendoso, etc. Outros chegam ao ponto de fazer negociatas com Deus: prometem rezar tantos terços, mandar dizer tantas missas, dar tantas esmolas, se Deus lhes fizer a vontade – seja feita a minha vontade assim na terra como no céu.
Corroboram até com palavras do Divino Mestre as suas meditações: “Pedi e recebereis – tudo que pedirdes ao Pai em meu nome ele vo-lo dará”.
Esquecem-se das outras palavras do Mestre: “Vosso Pai celeste sabe que de tudo isto haveis mister – antes mesmo de lho pedirdes”.

* * *

A palavra “meditação” é totalmente ilusória. Nada há em que meditar, se por meditar se entende pensar, investigar, analisar. É exatamente o contrário que o homem deve fazer: não meditar em nada, não pensar em nada. Esta arte de não pensar é a mais difícil de todas as artes – mas é também o segredo de toda a felicidade. Homem! Não penses nada, não queiras nada, não fales nada, não faças nada – e o que depois disto sobrar de ti isto é Deus. Naturalmente, um Deus pleniconsciente.
O homem que pratica a arte de não pensar, que suspende toda e qualquer atividade do seu ego humano, mas fica plenamente consciente do seu Eu divino, esse homem sabe o que quer dizer meditar. Reduzir a zero tudo o que é do seu ego humano e elevar a 100% tudo o que é do seu Eu divino, isto é meditar. Morrer espontaneamente, antes de ser morto compulsoriamente, como, aliás, afirmam todos os que praticavam essa arte divina da cosmo-meditação; Jesus, Paulo de Tarso, Francisco de Assis, etc.
Mas... agora vem o escolho em que muitos naufragam: o transe, a auto-hipnose, a passividade total. Conserva-te 100% consciente e vígil. Reduze a zero todo ego-consciente e mantém a 100 o teu Eu-consciente.
O transe nada resolve porque é total passividade, quando a meditação é a mais alta atividade.
O chamado estado de samadhi, êxtase, satori, terceiro céu, é um estado altamente vígil, poderíamos dizer, é uma dormência vigilante. É um sono ultraconsciente. É o ocaso dos sentidos e da mente e a alvorada do espírito.
É neste estado passivo-ativo que Deus fala ao homem, que a alma do Universo fala à alma do nosso ego, que o “homem morre e o Cristo vive”, que a “semente morre e a planta produz muito fruto”.
O Universo nunca é só Uno nem só Verso – é sempre Uni-verso.
A Terra também nunca é só noite nem só dia – ela é sempre dia-noite.
O átomo nunca é só próton nem só elétron – ele é sempre próton-elétron.
No estado atual de evolução do homem, a quase totalidade dos seres humanos é 100% ego e 0% Eu. Uns pouquíssimos, os místicos, inverteram o processo, tornando-se 100% Eu e 0% ego. Mas não é este o estado perfeito da meditação, embora para muitos esse estado de Eu sem ego seja o caminho para a arte suprema da cosmo-meditação.
Meditar quer dizer medear, servir de intermediário, de traço de união entre dois estados de consciência. O homem que vive simultaneamente no ego e no Eu está em cosmo-meditação.
Primeiro o homem é ego-pensante.
Depois se torno cosmo-pensado.
E por fim é cosmo-pensante.
Neste estado, o homem sabe e sente o que quer dizer: “Eu e o Pai somos um... as obras que eu faço não sou eu que as faço... É o Pai que em mim está que faz as obras... de mim mesmo eu nada posso fazer...”
A natureza toda se acha em estado permanente de cosmo-meditação, mas em estado do inconsciente. E, por se achar em estado de cosmo-meditação, a natureza é permanentemente bela, perfeita, feliz. No mundo mineral, vegetal, animal (selvagem) tudo é harmonioso e belo, porque seu estado é totalmente dominado pela Inteligência Cósmica, pela Consciência do Pai, onde não existe desarmonia, deformidade, infelicidade.
A humanidade é pelo menos 90% deformada, desarmonizada, infeliz, porque o pequeno grau de liberdade não conseguiu ainda equilibrar a falta de segurança. Segurança e liberdade humana são mutuamente exclusivas, quanto maior é a liberdade tanto menor é a segurança.
Na natureza a segurança é 100, a liberdade 0. No homem os seus 10% de liberdade destruíram os 100% de segurança e crearam esse desequilíbrio.
Quando um dia houver perfeita segurança com perfeita liberdade então haverá uma humanidade cheia de beleza e felicidade, muito superior ao estado que hoje observamos na natureza.
Será este o mundo do homem que passou da ego-consciência para a cosmo-consciência.
Quando o homem ego-vácuo será plenificado pela plenitude de Deus.


Para os principiantes na cosmo-meditação

Convém que o principiante, antes de eclipsar qualquer pensamento, mantenha o único pensamento “luz”. Pense um foco de luz, só luz. Pode até dizer e repetir muitas vezes luz, luz, luz.
Pouco a pouco em vez de pensar luz, acabará visualizando essa luz, vendo-a na imaginação como um foco luminoso. Continue a visualizar, a ver, a imaginar essa luz.
Depois de assim visualizar luz, imaginar luz, passará a ter simplesmente a consciência luz. O processo sucessivo se tornará num estado simultâneo de consciência luz.
Pouco a pouco, a consciência da luz objetiva se transformará na consciência subjetiva: Eu sou luz, eu sou luz, eu sou luz.
E, finalmente, o foco de luz se expandirá num mar imenso de luz, num oceano de claridade, numa luz universal, na luz cósmica. E esta luz cósmica incolor, o penetra e o envolve todo.
Desaparece totalmente a diferença entre a luz e o Eu, porque a luz é Eu, e Eu sou a luz.
Nesse estado definitivo o homem nada faz, nada pensa, nada quer, permite simplesmente que todo ele seja cosmo-feito, cosmo-pensado, cosmo-vivido, cosmo-agido, cosmo-querido.
O homem se entrega deliciosamente, sem reserva, à alma do Universo, a Deus, ao Pai, ao Infinito, ao Todo. O seu pequeno existir de ontem se diluiu no grande Ser de hoje.
Tempo e espaço deixaram de existir.
O Eterno e o Infinito imperam soberanos e únicos.
Neste estado, na linha divisória entre dois mundos, alguns principiantes têm medo de se dissolverem no nada do Infinito, na imensa vacuidade da Plenitude, medo de não poderem regressar da Essência Universal para a sua Existência Individual.
Não dêem importância a esse medo de dissolução.
Para que alguém possa deixar-se assim absorver pela Luz Cósmica, deve escolher um lugar e um tempo em que nada e ninguém possa cortar brutalmente essa integração cósmica.
Quanto tempo continuar esse “Eu e o Pai somos um” tanto melhor. Jesus continuou nessa cosmo-consciência 40 dias e 40 noites ininterruptamente.
Esta consciência da unidade com o Infinito modificará todos os finitos, transfigurará todas as coisas da vida profana. A partir daí, nunca mais o homem poderá sentir-se realmente infeliz, angustiado, abandonado; nunca mais poderá duvidar de si mesmo, de Deus e da sua própria imortalidade, porque essa experiência é o renascimento pelo espírito e a entrada no Reino de Deus aqui e agora e para todo o sempre.
Nada existe de mais importante na vida humana do que esta cosmo-experiência. Sem ela tudo é nulo e sem valor, com ela tudo é valioso, cheio de luz, de força, de alegria e felicidade.


 





O Testamento do Cristo e sua Terapia (exorcismo)


Depois de te teres assim totalmente identificado com a luz do mundo, que te envolve e te penetra, pára uns momentos em profundo silêncio, auscultando a voz do Infinito. Depois dize, em voz alta, vagarosa e firme:
“A mim me foi dado todo o poder no céu e na terra (pausa). E como meu Pai me enviou, eu vos envio (pausa). Ide, portanto, proclamai o Evangelho do Reino de Deus a todas as creaturas (relembra em silêncio todas as creaturas do mundo mineral, vegetal, animal, astral, elemental, mental e outras, às quais tens ordem de proclamar o Evangelho do Cristo). Expulsai os maus espíritos (pausa, e repete em voz alta estas mesmas palavras).
Curai todas as enfermidades que há entre o povo (pausa e relembra determinadas pessoas doentes a que queiras aplicar o poder do Cristo).
Porque eu estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos”.
Depois de uma pausa prolongada de profundo silêncio lembra-te de que estas palavras do Cristo foram as suas últimas palavras proferidas na terra no dia da Ascensão, a sua última vontade, o seu testamento à humanidade, e que tu fazes parte desses embaixadores do Cristo, a que foi dado o poder que o Mestre recebeu do Pai. Considera-te, pois, um canal secundário ligado ao canal-mestre, através do qual fluem as águas vivas que saem da Fonte do Infinito, uma vez que ninguém vai ao Pai a não ser pelo Cristo.
Lembra-te de que tu recebeste do Mestre os mesmos poderes que ele recebeu do Pai, poderes que transmitiu a todos os homens até a consumação dos séculos:
— proclamando a mensagem espiritual do Reino de Deus,
— expulsando as forças negativas de toda a espécie,
— curando todas as enfermidades pela invocação do poder de Deus.
Repete, vagarosamente, estas palavras de perfeita saúde e felicidade. Identifica-se totalmente com esta mensagem do Cristo.
Tu és um dos embaixadores a quem foi transmitido esse poder.


 
 


O Reino de Deus Aqui e Agora

Pela cosmo-meditação e pelo cumprimento do testamento de Jesus, proclamando o Evangelho a todas as creaturas, expulsando os maus espíritos e curando todas as enfermidades, pelo poder do Cristo recebido do Pai – pode o homem realizar, pelo menos inicialmente, o Reino de Deus sobre a face da terra.
Há homens conformistas, que acham impossível abolir os males desta vida e se limitam a camuflá-los na medida do possível, narcotizando-se com divertimentos e derivativos de toda a espécie.
Há também homens escapistas, aguardando a abolição dos males só para depois da morte.
E há, finalmente, homens transformistas, que despertam em si o Reino de Deus, que neles está, transformando as circunstâncias pelo poder da sua substância. Esses homens sabem afirmar a soberania da sua substância divina sobre todas as tiranias das circunstâncias humanas; sabem que “o Reino do Cristo não jaz em alguma esfera longínqua; o Reino de Deus não é condicionado por tempo e espaço. Muitos pensam que a vida terrestre, com os seus sofrimentos e as suas angústias, seja um estágio preliminar para a vida eterna, e que o homem deva suportar as misérias desta vida até que soe a hora da libertação. Entretanto, o Reino dos Céus ficará distante enquanto nós o considerarmos distante. E, contudo, é agora mesmo que vivemos no Reino de Deus, e não há nenhum outro mundo. Somente o nosso consciente obscurecido é que nos torna cegos para as glórias do mundo espiritual, no qual vivemos. O homem que tem a permanente consciência da presença de Deus vive agora mesmo na harmonia do seu Reino, numa atitude interna inatingível pelas vicissitudes dos fenômenos externos.
Não podemos descrever a um surdo as belezas da música, nem podemos dar a um cego idéia das cores – e, da mesma forma, não podemos fazer compreender as glórias do Reino de Cristo a um incrédulo que não as tenha experimentado pessoalmente. Da cadeia e do alcance dos seus próprios pensamentos, tece o homem, dia a dia, o seu céu e o seu inferno. Céu e inferno não são estados futuros que nos esperem depois da morte. A morte não modifica em nada o estado do homem, e os chamados mortos não estão mais perto de Deus do que os vivos. A morte não representa a transição para um estado perfeito. A disposição do espírito de um defunto continua a ser a mesma após-morte que foi durante a vida terrestre. A revelação do Reino de Deus se dá diariamente nas almas capazes
de recebê-la, e cada pensamento espiritual acelera o advento universal desse Reino “.
 
 
 

 
(F. Sanders)”
 
 
 
 
. Huberto Rohden
 
 
 
Namastê!
 
 
  OM...
 
 
Lavínia Haruê Tanamati Tripoloni 
 
 
 
 
 
 

2014... METAMORFOSE... ALQUIMIA... FÊNIX...! 2015... REBIRTHING!!! VOCÊ É O INFINITO...



 Starseed...




 
 
2014 ... Metamorfose... Alquimia...

Fênix....!


2015.... REBIRTHING!!!


Conexão... Manifestando.... e em União com nosso Eu Verdadeiro e Divino...

E com Deus, a Fonte Infinita da Criação...  a Grande Vida do Universo Onipotente, Onisciente e Onipresente...



AMOR... PAZ... FELICIDADE... COMUNHÃO...!


UNIÃO... LUZ... GRATIDÃO... !!!!!!!!



OM .... !!!
 


WE ARE ONE...
 



Namastê !!!

 
 


Lavínia Haruê  Tanamati

Tripoloni
 
 
 
 


 
 
 
 
 






 
Fluindo... e seguindo.... o Chamado da Voz do CORAÇÃO...
 
 
O Chamado da Existência Ilimitada Divina....
 
 
Aflorando... Manifestando... Sendo...
 
 
 
" Aquieta - te e sabe: Eu Sou - DEUS ! "
 
 
 
 
" Cada um de Nós é o Mundo inteiro.... E Abriga na mente o próprio UNIVERSO... Sai de nós toda a BELEZA que vemos na Terra...
 
 
 
 
" Maravilhoso.... Puro... Belíssimo...!
 
 
 
 
Em Comunhão....
 
 
 
 
 
Gratidão!!!!
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
No CAMINHO INFINITO...
 

CAMINHO  INFINITO...
JORNADA DA ALMA...
Lavínia  Haruê  Tanamati   Tripoloni
 
 


 
Você é o INFINITO ... !!!
 
 
Sinta a Rotação da GALÁXIA no seu CORAÇÃO... na sua mente, na sua ALMA...
 
 
Por que nós moramos no CORAÇÃO do TODO... da FONTE SUPREMA ONIPOTENTE ... na EXISTÊNCIA PURA DIVINA e ETERNA ...
 
 
 
 
 
Você é o TODO, e O TODO é você!!!
 
 
 
 
Do seu Coração... VIVA...!!!
 
 
 
 
 
Da sua Alma... seja LUZ!!!
 
 
 
 
Transcendental.... Magnífico...!
 
 
 
 
 
OM.....
 
 
 
 
Gratidão...!!!
 
 
 
 
 
Namastê!!!

 
 
 
Lavínia Haruê
 
 
 
 
 
 

VOCÊ É O INFINITO... !!!

 
 
 
 
 
 







 
 
 

EU MAIOR - UM FILME SOBRE A BUSCA DA FELICIDADE E AUTOCONHECIMENTO


 
 
 
 
 
 
 
 

EU MAIOR (Higher Self)       
 
 
 







Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade. A film about self-knowledge and the pursuit of happiness.

Foram entrevistados trinta personalidades, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. EU MAIOR também está disponível em DVD/Blu-ray (com conteúdos extras exclusivos), e CD (trilha musical). Exibições independentes no cinema também podem ser organizadas.
 
 Mais informações no www.eumaior.com.br.

Eu Maior (Higher Self) is a Brazilian feature-length documentary presenting a fresh look at self-knowledge and the pursuit of happiness. The filmmakers interviewed thirty individuals with distinct backgrounds, including spiritual leaders, intellectuals, artists and professional athletes. For more information, please visit www.eumaior.com.br.

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Namastê!
 
 
 
Lavínia  Tripoloni
 
 
 
 
        
 
 
 
 
 
 
          

DE ONDE VIEMOS .... PARA ONDE VAMOS ? THICH NHAT HANH


http://eusouagora.com/v02/wp-content/uploads/2012/11/Mandalathesoulof_Sarah_Davis.jpg

 
 
 
De onde viemos? Para onde vamos?
 
No meu eremitério na França há um arbusto de japônica, marmelo japonês. O arbusto usualmente floresce na primavera, mas em um inverno que foi muito quente os brotos vieram antes. Durante a noite uma frente fria veio e trouxe com ela gelo. No dia seguinte enquanto fazia meditação caminhando, notei que todos os brotos no arbusto tinham morrido. Reconheci isto e pensei: “Neste ano novo não teremos flores suficientes para decorar o altar do Buda”.
 
Poucas semanas depois o tempo esquentou novamente. Enquanto andava em meu jardim, vi os novos brotos na japônica manifestando uma outra geração de flores: “Vocês são as mesmas flores que morreram no frio ou são diferentes?” As flores responderam para mim: “Thay, não somos as mesmas nem somos diferentes. Quando as condições são suficientes nos manifestamos e quando as condições não são suficientes nos escondemos. É tão simples quanto isso.”
 
 
 
 
 
 
Isto é o que o Buda ensinou. Quando as condições são suficientes as coisas se manifestam. Quando as condições não são mais suficientes as coisas se retiram. Elas esperam até o momento certo para elas se manifestarem novamente.
 
Antes de dar a luz a mim, minha mãe havia ficado grávida de outro bebê. Ela o perdeu e aquela pessoa não nasceu. Quando eu era pequeno costumava perguntar: era meu irmão ou era eu? Quem estava tentando se manifestar naquela época? Se um bebê foi perdido significa que as condições não eram suficientes para ele se manifestar e a criança decidiu se retirar de forma a esperar por melhores condições. “É melhor eu me esconder, voltarei em breve, meu querido.” Temos que respeitar sua vontade. Se você vê o mundo com estes olhos, sofrerá muito menos. Foi meu irmão que minha mãe perdeu? Ou talvez eu estava quase por vir mas eu disse: “Não é a hora ainda.” Portanto me retirei.
 
 
 
 
 
Nosso grande medo é que quando morrermos nos tornaremos nada. Muitos de nós acreditam que nossa existência inteira é apenas o nosso tempo de vida, começando no momento que nascemos ou fomos concebidos e termina no momento que morremos. Acreditamos que nascemos do nada e que quando morremos nos tornaremos nada. E, portanto, estamos cheios do medo da aniquilação.
 
O Buda tem um entendimento muito diferente de nossa existência. É o entendimento que nascimento e morte são noções. Elas não são reais. O fato de pensarrmos que são verdadeiras cria uma poderosa ilusão que causa nosso sofrimento. O Buda ensinou que não há nascimento nem morte; não há vinda nem ida; não há igual, e não há diferente; não há eu permanente, não há aniquilação. Apenas achamos que há. Quando entendemos que não podemos ser destruídos, estamos libertos do medo. É um grande alívio. Podemos desfrutar da vida e apreciá-la de uma nova maneira.
 
O mesmo ocorre quando perdemos nossos entes queridos. Quando as condições não estão certas para suportar a vida, eles se retiram. Quando perdi minha mãe, sofri muito. Quando temos apenas 7 ou 8 anos de idade é difícil pensar que um dia perderemos nossa mãe. Ao final crescemos e todos perderemos nossas mães, mas se soubermos como praticar, quando a hora da separação chegar você não sofrerá muito. Rapidamente você perceberá que sua mãe está sempre viva dentro de você.
 
No dia que minha mãe faleceu, escrevi no meu diário. “Um sério infortúnio da minha vida chegou.” Sofri por mais de um ano depois de sua passagem. Mas uma noite, nas terras altas do Vietnã, estava dormindo na cabana de meu eremitério. Sonhei com minha mãe. Vi-me sentado com ela e estávamos tendo uma conversa maravilhosa. Ela parecia jovem e bonita, seu cabelo esvoaçante. Era muito prazeroso sentar lá e conversar com ela como se nunca tivesse morrido.
 
Quando acordei eram duas da manhã e eu senti fortemente que nunca havia perdido minha mãe. A impressão que ela estava ainda em mim era muito clara. Entendi então que a idéia de tê-la perdido era apenas uma idéia. Era óbvio naquele momento que minha mãe estava viva em mim.
 
Abri a porta e sai. Toda a colina estava banhada pela luz da lua. Era uma colina coberta com plantações de chá, e minha cabana estava localizada atrás do templo, no meio da colina. Andando devagar na luz da lua através da plantação, percebi que minha mãe estava ainda em mim. Ela era a luz da lua me acariciando assim como fazia frequentemente, muito carinhosa, muito doce...maravilhosa!
 
Cada vez que meus pés tocavam a terra, sabia que minha mãe estava lá comigo. Sabia que este corpo não era só meu, mas uma continuação viva da minha mãe e do meu pai e dos meus avós. Todos os meus ancestrais. Estes pés que eu via como meus eram na verdade nossos pés. Juntos minha mãe e eu estávamos deixando pegadas no solo.úmido.
 
Daquele momento em diante, a idéia que eu tinha perdido minha mãe nunca mais existiu. Tudo que eu tenho que fazer é olhar para a palma da minha mão, sentir a brisa no meu rosto ou a terra sob meus pés para me lembrar que minha mãe está sempre comigo, disponível a qualquer momento.
 
Quando você perde um ente querido, você sofre. Mas se souber como olhar em profundidade, tem a chance de perceber que a natureza dele é a do não nascimento e não morte. Há manifestação e há a cessação da manifestação. Você tem que ser muito perspicaz e muito alerta para reconhecer as novas manifestações de uma pessoa. Mas com a prática e com esforço você pode fazer.
 
Portanto, pegando na mão de alguém que conheça a prática, faça uma meditação caminhando com ela. Preste atenção em todas as folhas, as flores, os pássaros e gotas de orvalho. Se puder parar e olhar profundamente, será capaz de reconhecer seu amado se manifestando novamente e novamente em muitas formas. Você novamente abraçará a alegria da vida.
 
Um cientista francês, cujo nome era Lavoisier, declarou, “Nada se perde, nada se cria”. “Nada nasce, nada morre.” Embora ele não praticasse como um budista, mas como um cientista, ele descobriu a mesma verdade que o Buda. Nossa natureza verdadeira é de não nascimento e não morte. Apenas quando tocamos nossa verdadeira natureza podemos transcender o medo de não ser, o medo da aniquilação.
 
O Buda disse que quando as condições são suficientes, algo manifesta e dizemos que existe. Quando uma ou duas condições falham e a coisa não se manifesta do mesmo modo, então dizemos que não existe. De acordo com o Buda, para qualificar algo como existente ou não é errado. Na realidade, não existe uma coisa que exista totalmente ou não exista totalmente.
 
Podemos ver isso muito facilmente com a televisão e o rádio. Podemos estar em uma sala que não tem televisão ou rádio. E enquanto estamos nesta sala podemos pensar que os programas de rádio ou TV não existem naquela sala. Mas todos sabemos que o espaço da sala está cheio de sinais. Os sinais desses programas estão em todo lugar. Precisamos apenas de uma condição a mais, um aparelho de TV ou rádio, e muitas formas, cores e sons aparecerão.
 
Seria errado dizer que os sinais não existem porque não temos um aparelho para receber os sinais e manifestá-los. Eles apenas parecem não existir porque as causas e condições não eram suficientes para fazer os programas se manifestarem. Portanto naquele momento, naquela sala, dizemos que eles não existem. Não é porque não percebemos algo que podemos dizer que ele não existe. É apenas nossa noção de ser e não ser que nos faz pensar que algo existe ou não. Noções de ser ou não ser não podem ser aplicadas a realidade.
É como a noção de abaixo e acima. Dizer que elas existem é também errado. O que está abaixo de nós está acima de outro, em algum lugar. Estamos sentados aqui e dizemos que acima é a direção acima de nossas cabeças e pensamos que a direção oposta é abaixo.
 
Pessoas praticando meditação sentada no outro lado do mundo não concordariam que o que chamamos acima seja assim porque para eles é abaixo. Eles não estão sentados sob suas cabeças. As idéias de abaixo e acima também significam estar acima de algo ou abaixo de algo, e essas idéias não podem ser aplicadas a realidade do cosmos. Estes são apenas conceitos para nos ajudar a nos relacionar com nosso ambiente. Elas são conceitos que nos dão um ponto de referência, mas elas não são reais. A realidade é livre de todos os conceitos e idéias.
 
 
 
 
 
 
(Do livro “No death, no fear” – Thich Nhat Hanh)
 
 
 
(Traduzido por Leonardo Dobbin)
 
 
 
Namastê!
 
 
 
 
Lavínia Tripoloni
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 

 
 


MEDITAÇÃO - A VIAGEM INTERNA - REALIDADE ESPIRITUAL

MEDITAÇÃO - A VIAGEM INTERNA - REALIDADE ESPIRITUAL

O SILÊNCIO DE SER ....









POR UM MOMENTO, DEIXA TUDO E MERGULHA EM TI PRÓPRIO....











QUEM É VOCÊ REALMENTE... !!!









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